É pela frestinha que ele entra. O vento. E quando a gente esquece de respirar, ele traz o sopro. O vento traz é um punhado de ar. Aí a gente respira. Respira fundo. Respira novo. Não aquele ar abafado, que ficou indo e vindo e acabou por ali mesmo. O que chega pela fresta é um cheiro novo, cheiro de vento. Que fica assoprando o nariz. É gostoso deixar o nariz descansar um pouco do trabalho puxar e assoprar - e então é ele o assoprado. Os fios do cabelo balançam e a pele arrepia toda. Trabalho do vento. Vento é anúncio de coisa nova - novos ares estão por vir.

7 comentários:
é isso mesmo lulu...Vamos expandir nossos pulmões. Experimentar nos espaços do corpo nos ajuda a vivenciar isso em outros espaços da vida!
que bonito.
Também gosto do vento. Não que os fios do meu cabelo dancem ao vento - herança do meu pai. Mas a sensação da pele fria ao vento e nariz gelado realmente é revigorante. Também gosto quando ele faz as árvores e folhas dançarem. Sabe, me lembrou o violino. Ainda toca?
http://cidadedeespelhos.blogspot.com/
Vai lá compartilhar um pouco da sua bondade.
Bons ventos por aí!
Bons ventos pra vocês, meus amigos! Um beijo,
Lu, tem um site:
http://www.olivrodofimdomundo.com.br/
com uma proposta muito interessante. dê uma olhada.
Aproveite e leia o conto que escrevi pra lá chamado "Carta para você". E comente, claro.
beijos
Li e comentei, mas o comentário sumiu... Será que você recebeu e vai aprovar ou não?
Gostei da proposta, fiquei aqui pensando numa história!
Beijos!
Postar um comentário