domingo, 30 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Sem lembrança
Recentemente descobri no email um recurso muito interessante. Já é sabido que quando se quer desfazer do que está sobrecarregando a caixa de entrada, do que não é mais útil ou simplesmente do que se quer desfazer, usa-se a boa e velha lixeira. Mas há ainda aquilo que você espera não mais revisitar por longos ou infinitos tempos, e para isso existe o “excluir definitivamente”. Excluir definitivamente algo é um passo que deve ser cuidadosamente avaliado (ou impulsivamente executado), já que, uma vez dado, não se pode voltar atrás. E então me veio o feliz devaneio de que essa ferramenta poderia existir lá num cantinho esquecido da mente, para ser usada apenas quando necessário - é claro. Pra lá poderíamos mandar aquela mágoa que ainda causa tanto estrago, as tristezas desvairadas, os arrependimentos que insistem, as dores de amor. Bastando apertar o “excluir definitivamente” e, voilá!, nada daquilo existiria mais e a vida ficaria mais leve. Há quem diga que isso seja possível; tenho cá minhas dúvidas e alguns estudos. Muito se adoece de esquecimentos. E como brilhante-eternamente se contou naquele filme, por mais que se apague a lembrança, o afeto continua a existir. Mas como foi o homem que inventou o email e não o email que inventou o homem, até agora, também ele é capaz de criar recursos ainda mais interessantes pra lidar com o que já está na hora de descartar. Eu to aqui reunindo esforços nesse sentido, deletando, reciclando, procurando dar novos usos, mas ainda circulando nas tentativas falhas. E é aí que funcionaria tão bem um “excluir definitivamente”. Bom, se não temos essa tecla, escrevamos.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Mensagem
Natal é época de trocarmos votos de felicidade, saúde e tempos melhores. Talvez por isso essa data traga um pouco mais de serenidade e união entre pessoas. Para mim, em especial, é hora de estar em família com conversas na sala - algo que, por si só, deixa meu coração mais alegre. Vivemos um momento em que os integrantes da família Oliveira & Franco estão espalhados em cidades diferentes, e reuniões como esta ficam cada vez mais difíceis. E foi com o coração alegre que recebi a seguinte mensagem, que meu pai me recomendou a leitura, me contando a forma como tinha lhe chegado. Há muitos anos, meu tio recebia nas datas importantes uma carta de um amigo, que ia de casa em casa (e eram muitas) entregá-la pessoalmente. Na carta havia sempre uma mensagem de ânimo para os tempos difíceis ou reflexões para nosso melhoramento pessoal, com direito a letra desenhada e papel decorado. E assim, na páscoa, no dia dos pais, da mulher, e outras datas como o Natal, lá chegava a cartinha, que era entregue em mãos, sempre com alguma mensagem a transmitir. Meu pai achou essa atitude digna de um elogio, e, uma vez feito, acabou ele entrando para a lista de destinatários. Peço licença para divulgar a bonita mensagem aqui, e coloco também a questão de pensarmos sobre as infinitas formas de fazer valer os votos que fazemos.
"O dia mais belo? Todos.
A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? O abandono.
A raíz de todos os males? O egoísmo.
A distração mais bela? A amizade.
A pior derrota? O desânimo.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Amar e ser amado.
O que mais faz feliz? Estar com os amigos.
O maior mistério? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
O pior sentimento? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
A sensação mais agradável? A paz interior.
A proteção efetiva? O sorriso.
O melhor remédio? O otimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
A mais bela de todas as coisas? O amor.
Que seus dias sejam hoje e sempre repletos de luz! Que Deus continue iluminando seu caminho para que continue dando aquilo de mais importante: o amor, a presença e a amizade".
Assinar:
Postagens (Atom)
