quinta-feira, 3 de abril de 2008

De que


Que cantos me estico
Me caio, me encanto
Me fico à mesmice
Me mesmo de tanto
Que é essa canseira
Que beira meu manto
Que fico ali mesmo
Me esqueço no canto
Descubro manias
Distraio em cantigas
Invento descanso
De cansaço de que
De pergunta que fica
Cercando à mercê
Do próximo vento
Que traga a perdida
Vontade de ser

foto: lu franco

Um comentário:

Vitor disse...

sou um dos seus poucos comentadores/leitores, acho melhor começar a pensar mais em mim quando for escrever, moça. Por quê? Simplesmente por que eu não entendo patavinas desses treco caótico de poesia e afins!!!! ahahahahaah
To gostando de ver a sua assiduidade.